No setor da saúde, é comum pensar que a experiência do paciente começa no consultório.
Mas, para a maioria das pessoas, a jornada começa muito antes: quando tenta agendar uma consulta.
Esse ato simples — muitas vezes subestimado — se tornou um dos principais fatores de satisfação, confiança e continuidade do cuidado.
E também, em muitos casos, uma fonte silenciosa de frustração, perda de pacientes e sobrecarga operacional.
Quando um paciente agenda uma consulta, ele não está apenas escolhendo uma data:
Uma consulta mal gerenciada — demorada, não confirmada, reagendada de forma confusa, duplicada — quebra essa promessa antes mesmo de o paciente chegar à clínica.
Embora pareçam básicos, esses problemas continuam presentes em muitas instituições:
O resultado? Alto índice de absenteísmo, agendas desorganizadas, pacientes que desistem ou procuram outro serviço — e equipes administrativas sobrecarregadas.
Porque o agendamento é o primeiro contato real entre o paciente e a instituição.
É ali que a confiança começa — ou se rompe. E é neste momento que muitas instituições perdem pacientes sem perceber.
Um paciente que não consegue agendar com facilidade, que não recebe confirmação ou que precisa ligar várias vezes para reagendar...
não apenas desiste. Ele comenta com outros. E publica.
A reputação da instituição pode ser prejudicada antes mesmo do primeiro atendimento.
As organizações que já adotaram um modelo de experiência do paciente bem estruturado:
Não se trata apenas de tecnologia — mas de processos inteligentes com foco no paciente e na eficiência.
A experiência do paciente não começa na sala de atendimento.
Começa quando ele sente que seu tempo é valorizado, que sua consulta está garantida e que sua saúde está em boas mãos desde o primeiro clique ou ligação.
Se o objetivo é melhorar o atendimento, revisar como as consultas estão sendo agendadas é o primeiro passo essencial.
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